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a herança do vazio

Blogue de pensamentos, acontecimentos, experiências, viagens e coisas minhas.

a herança do vazio

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Maio 20, 2021

m.

Tomadas as duas doses da vacina, agora resta-me esperar, continuar  a ter cuidado e começar eu também a pensar em fazer algo mais que trabalhar, caminhar na zona, ir ver a família mais vezes (agora já podemos), e começar a desanuviar estas nuvens cinzentas que tem pairado sobre nós todos. 

Ainda só fiz uma viagem, e soube pela vida, como se costuma dizer, mas como foi de trabalho e motivos familiares, quase não deu para desfrutar do tempo livre para passeio, ou lazer, apenas convívio, e mais trabalho, que fazer. 

Comecei a pensar, qual será a minha primeira visita  a uma cidade depois deste ano de 2000, tenho várias ideias, mas ainda não vai ser este fim de semana.

Planear já é meio caminho para desconfinar...

 

Dezembro 15, 2019

m.

Sou consumidora assídua de programas culturais, que infelizmente não abundam na nossa televisão tdt (ainda não aderi ao cabo/fibra/o que seja, e não sei se alguma vez o farei), mas isso são contas minhas. E vejo bastante televisão espanhola (privilégios de morar na raia), e no canal deles similar à nossa RTP 2, passam horas a falar de cidades, pelo mundo fora, e um dia destes falaram sobre Itálica, e é maravilhoso, ouvir, e ver através da caixinha mágica. Mas mal eu sonhava que este ano tive o prazer e o assombro de pisar, de ir, de me maravilhar com este paraíso deixado pelos romanos, e que felizmente chegou aos nossos dias, e está a ser preservado e restaurado o máximo possível, porque no país vizinho a cultura é "cultivada". 

É uma sensação maravilhosa pisar aquele palco, passear pelas ruas, espreitar para dentro das casas, estar no coliseu, no mesmo local que os imperadores, e toda a prole romana. A visita foi curta, mas foi espectacular, aprendi muito a respeitar os arqueólogos e a pensar emocionada no prazer de descobrir qualquer objecto carregado de vida,  e de história. 

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Sobre Sevilha, pouco tenho  a dizer, excepto que é uma maravilha apreciar a cidade desde as Setas, uma vista espectacular sobre toda a cidade, que é enorme, é como um museu  a céu aberto, para onde quer que olhemos, é diferente e digno de contemplação. As ruas só por si são espectaculares, felizmente que estava pouco quente, porque mesmo no Outono fazia calor, depois de passarmos por uma casa de flamengo (pena o espectáculo ser só nocturno), e da visita a sempre emblemática catedral e a famosa Praça de Espanha, Sevilha soube-me a quero ver mais, explorar cada canto, recanto, terraço e percorrer sem horários, as ruas e os bairros típicos. 

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Dezembro 15, 2019

m.

Depois de uma sexta feira super, hiper, mega cansativa, acordar sábado ás 4 da manhã, para sair ás 5 e meia, e estar na entrada não sei que mais do Caminito del Rey, foi só por si uma maratona, mais dos organizadores do que minha, porque eu cá sou rapariga que gosto de cumprir e se me dizem que tens de acordar antes das galinhas, comer numa barragem, em pé ao frio, a prometer chover (foi só promessa), eu cumpro de boa vontade, porque o interesse de ir fazer o Caminito é meu. Por isso senhores trombudos, com cara de sono, dormem na volta no autocarro, okay, deixem o mau humor em casa, estamos a passear, desfrutar de uma paisagem invulgar e milenar. Espírito de equipa, de companheirismo e medo porque ai e tal o Caminito mete medo, e eu tinha visto um filme algo terrorífico, mas quer dizer pagam aos actores para lhes acontecerem tragédias, e coisas boas, e é o trabalho deles. Mas realmente eu pouco ou nada (mais nada do que algo) sobre o Caminito, e para começar (ainda antes dos bilhetes e dos capacetes, e tal, tivemos de correr, não literalmente, que o pessoal não é nada dado a maratonas, mas subir, e depois o terror de passar por um túnel ás escondidas, onde anda a lanterna do telemóvel quando é preciso??? nem houve tempo, é andar e "Punto!", chegamos a horas à  entrada, porque cumprir horários é com os espanhóis, não para chegar a horas tivemos de correr, tipicamente "Tuguês". Como éramos muitos, fomos divididos em grupos, nós ficamos a ver os outros partir, entregues a um Guia muito simpático, e quando chegou a nossa altura de entrar, vamos lá então, fazer o Caminito. Escarpas, o rio lá no fundinho, pequenino, parecia um regato, mas olhar lá para baixo era vertiginoso, mas é para isso que nos temos de desafiar a nós próprios, olhar sem medos agarrada ás barras da passagem pedonal, e olhei muitas vezes, porque havia tanto para ver, para desfrutar a natureza em comunhão com o trabalho do home, uma comunhão perfeita, claro que tem vertigens é complicado, mas é uma experiência única, se quero repetir, claro que sim, podemos ir amanhã? A ponte suspensa, mete respeito, todo  caminho é seguro e estamos sempre acompanhados por vigilantes, que se for necessário nos auxiliam, não precisamos e fizemos o caminho com alegria, companheirismo e entre ajuda aqueles que nos pareciam ir com mais dificuldade, é fácil, não subimos, só descemos na parte final do trajecto, e são uns quilómetros, que quando cheguei ao fim, me apetecia voltar a percorrer. 

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Novembro 06, 2019

m.

Acho que sem querer fiz um verso. A visita começou, com um contratempo, encontrar um buraquinho para estacionar, felizmente alguém conhecia os cantos e recantos, se fosse eu, ainda hoje andava à procura.

Uma cidade com muita história, e muitas igrejas, cada uma com o seu estilo, e sendo a Cidade dos Arcebispos, não podia deixar passar esta viagem sem conhecer algumas das suas Igrejas.

20191026_120216.jpgComeçando pela Igreja de Santa Cruz, com o enigma dos galos casamenteiros, curiosidades da nossa cultura. Uma Igreja em estilo Barroco, com representações de Cristo nas  diferentes Estações da Via Sacra, imponentes e impossível não sentir respeito, por majestosas obras.

Nas ruas de Braga ainda é possível ver algumas curiosidades, como mercearias centenárias, casa típicas, mais ou menos conservadas (como nas grandes cidades, o betão ganha à tradição), espaços verdes, o entrosamento entre o tradicional e o moderno, mais ou menos conseguido.

20191026_134737.jpgA Sé Catedral de Braga impressionou-me, pela sua beleza, o mau é que tínhamos o museu fechado e não tínhamos "tempo para esperar", porque havia tanto para ver.

Calcorreando as suas ruas, entramos na comida mais típica de Itália (La Piola), pizza, como não podemos deixar fugir as tradições dos nossos almoços/jantares, a surpresa foi que a pizza era deliciosa, o espaço super agradável, os funcionários simpátiquíssimos, e adorei esta nossa tradição. Eu sei, os pratos típicos de Braga são maravilhosos, muito famosos, e tem todos um aspecto, delicioso, mas a minha pizza era mesmo deliciosa.

Para fazermos a digestão, do almoço, nada melhor que passar novamente pela Sé, museu ainda fechado, desistimos, vamos ter de voltar. Isto deixou-me triste, porque quem anda a passear e numa cidade cheia de turistas, deviam precaver estas situações, alternar as horas de almoço, optarem por contratarem mais pessoas,  nas atracções mais turísticas, não fechar para almoço. Bom, foi o menos do dia.

A Fachada da Biblioteca de Braga é digna de nota e de uma visita ao seu interior, noutra altura, porque se a fachada é linda, nem quero imaginar o interior.

Depois de uma paragem para o café, e para descansar, do tempo primaveril, com que Braga nos brindou, rumamos em direcção ao Museu dos Biscainhos, a visita guiada era ás 15, só tínhamos 15 minutos para ver os jardins, mas quem consegue ver a maravilha de jardim em tão pouco tempo? Ficamos pelo primeiro patamar, e não vimos tudo, e fomos à visita guiada, mas guiada só pelo espaço, nada de explicações, ou tempo mais prolongado para visitar cada um dos espaços, rapidez, e eficiência, é a característica do funcionário, o moço, andou literalmente a correr quando nos foi mostrar os estábulos e a cozinha....faltou tanto da casa para vermos, vimos o salão nobre, se quiseres saber o que é lês os informativos à entrada de cada sala, e estão em letras impróprias para pessoas que precisam de óculos, como eu, que fui ao engano, pensando que nos ia calhar uma explicação, e não tive de sacar os óculos da mala e ler, rápido, porque outra sala nos espera. Fiquei curiosa com os restantes espaços da casa, porque apenas vimos, a sala de jogos e música, a sala de estar, a sala de jantar, gabinete, os estábulos e a cozinha, na cozinha fiz questão de me demorar e ver como deve ser, a rusticidade dos objectos, o "corredor" que me espere..

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Sinto nesta visita, que me ficou a faltar muitas salas e coisas que ficaram por ver, e achei estranho não termos um vislumbre dos quartos, e a escadaria principal que devia ter sido apreciada como a maravilha que é. Voltar, sim, mas com outro funcionário que seja um bocadinho mais calmo e menos stressado.

Torre de Menagem os seus pisos, cada um destinados a  épocas distintas da história desta cidade, a vista que se alcança do alto desta torre, não são só telhados, vemos uma perspectiva de todos os lados da cidade, e com um bónus, não se paga. É grátis, e não vi acesso para pessoas com pouca mobilidade, as escadas, bom o que é mais uma subida depois de calcorrearmos muitas ruas de Braga?

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Para terminar e estando um bocadinho "de rastos e a arrastar-me", paramos para ver a Casa dos Crivos, (sabem, quando as janelas só permitem ver para fora e nada para dentro), tinha uma exposição de fotografia, que aproveitamos para ver, também era tudo grátis.

No fim do dia, ficou uma sensação de cansaço, querer voltar e voltar a ver, o que já vimos, mas também o muito que ficou de fora. 

 

 

 

Outubro 29, 2019

m.

Esta não foi a minha primeira visita a esta cidade-museu a céu aberto. Da primeira vez já lá vão uns anitos, fomos a Badajoz (sim, e comprámos caramelos), e como estava um tempo ameno, subimos até Cáceres.

Cáceres com o Centro Histórico, Património Mundial da UNESCO, e como não podia deixar de ser, em Espanha, prima pela conservação arquitectónica e pela limpeza. Uma cidade que apesar da sua parte história que não podem perder, tem a parte moderna que é igualmente digna de uma visita, cada uma com o seu encanto.

Começando e terminando na  Plaza Mayor, como não, paragem para uma caña, confesso que não sei como se escreve, mas sei como sabe, a cerveja fresquinha, ideal para reforçar as energias.

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Outubro 29, 2019

m.

Perguntem-se se quero ir a Espanha, e eu digo logo que si,  (já respondo como espanhola), sim, perguntas-me se quero ir à Região da Andalucía, e eu respondo-te, já ontem era tarde!

É um daqueles locais, que sempre ouviste falar, vês fotos, documentários, mas nada te prepara para a beleza daqueles pueblos, cidades, paisagens.

Neste pequeno passeio, visitamos Sevilha, Cáceres (esta cidade  pertence à Estremadura), lá terei que reformular o post....assim já não têm dúvidas, e foi reposta a justiça para com Cáceres, seguiram-se Ronda, Itálica e não fomos a Málaga, porque nos deslumbramos e caminhamos pelo Caminito Del Rey. As outras cidades terão de ficar para mais tarde, porque o tempo ás vezes é nosso inimigo.

 

 

Agosto 08, 2019

m.

Bem depois de um sábado desconcertamtemente cansativo, com mil afazeres, chega o domingo nublado e quente, mas com previsão de sol, lá mais para a tarde.

Arrancamos em direcção ao Cabo Carvoeiro, Peniche, e as Berlengas ali tão perto e ao mesmo tempo tão distantes, distantes para mim, que não arrisco um passeio de barco, nem que seja o rápido cacilheiro do Tejo. Enjoo e nem as mezinhas nem os medicamentos me salvam.

Respirar ar puro e ar puro marítimo deve ser das coisas mais belas e relaxantes estar ali, em paz, com a calma das ondas a bater nas rochas, aquele som capaz de acalmar mesmo as almas mais atormentadas, ver os domingueiros em trajes de banho ou passeio, ouvir as gaivotas, ver os animais marítimos, tudo isto em menos de nada, só desfrutando e apreciando a paisagem.

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Agosto 08, 2019

m.

Parece mentira, mas não, eu morei a cerca de 20-25 minutos desta cidade, Rio Maior,  e ia frequentemente à "santa" feirinha, sempre ouvi falar das Salinas, desde pequena, e passar ali, nem me canso a fazer as contas, e vergonha da minha ignorância, nunca tinha lá estado. O ano passado, naqueles dias de calor terrorífico (sou eu que gosto mais das temperaturas amenas e o calor atrofia-me o sistema), fomos lá, não havia trânsito (claro praias), e fomos recebidos por um espectáculo majestoso, ao longe, no fundo do vale aqueles rectângulos de branco e transparência. Fiquei fascinada e prometi a mim mesma levar lá todas as minhas visitas.

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Este ano e como é um dever também nosso, mostrar maravilhas da nossa cultura a quem não conhece, voltamos lá, e  a sensação é a mesma, começas a vislumbrar as salinas lá no alto, e o sol a brilhar nas águas, e vês deslumbrada aquela brancura salgada,  sentes a salinidade no ar, porque a brisa calma (palavras do senhor que andava a juntar o sal já feito) ajuda muito o processo de salinização. As pessoas gostaram, e eu também porque é bom descobrir, preservar e divulgar o nosso.

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Julho 12, 2019

m.

Um dia de calor qb, um encontro planeado e há muito desejado. E uma descoberta de um lugar com encanto, religiosidade e esquecido e por muitos desconhecido, o Mosteiro de São Torcato, na vila com o mesmo nome e próximo da nossa cidade maior, Guimarães (desculpem as outras. mas eu e esta cidade temos um não sei quê de cumplicidade). Quando me propuseram o passeio e a vista, fui buscar porque na minha ignorância, desconhecia a lenda e a vivência deste Santo, e senti-me tão bem, uma calma, uma sensação de paz, e desconexão com o quotidiano, que foram umas horas que me pareceram semanas.

Antes passamos pelo Campo da Ataca, em que se celebra a homenagem à Batalha de São Mamede, tem lógica  e sentido, a  não ser mesmo na cidade e sim nos arredores. O que me desiludiu, foi o aspecto de quase abandono e a falta de algo mais "chamativo", porque só mesmo quem conhecia me poderia ter levado lá, obrigado I., és a minha guia favorita.

Entre pontes medievais e moinhos de água, passeios,  caminhadas matinais, assim se passou o dia....e aquela pizza ao jantar (restos de almoço) soube a saudade e a um até breve.

Novembro 11, 2018

m.

Eu adoro o Porto, cidade, acho uma cidade com um encanto especial, e adoro a pronúncia e acho as pessoas super simpáticas, tenho sempre uma excelente impressão cada vez que vou.

Desta vez não foi diferente, com hora marcada para compromissos de manhã e de tarde, sem sequer pedir, a senhora disse-me se queria que ela visse se a colega me podia também atender de manhã, para não perder tanto tempo ali. Não pedi nada, a solicitude dela foi espectacular e muito atenciosa, fazem falta mais M* assim no atendimento. 

Claro que depois dos compromissos tratados tinha bastante tempo para passar pelos pontos que tinha planeado, mas desta vez o tempo não ajudou, deu isso sim para me ir abrigando e descobrindo tesouros escondidos do Porto, em passo de empurrão pelo vendaval e pela chuva que estava a aumentar de intensidade, o vento também, e nem o meu chapéu resistiu à intempérie.

O almoço foi, não uma francesinha mas uma tosta mista (era mais rápida) e de sobremesa comprei uns palmiers gigantes com uma aroma e um gosto de comer dois ou três logo de seguida, o senhor bem me disse para os levar todos, e tinha razão, mas da próxima não me escapam mais um, porque era mesmo delicioso....

Tive a sorte (estava a chover e foi um bocado para me abrigar) de assistir a um Concerto de Órgão na Igreja dos Clérigos, uma surpresa muito bem vinda, ainda descobri a "Casa Escondida" entre a Igreja das Carmelitas, adorei um verdadeiro tesouro. Depois de ter ficado com o chapéu mesmo virado, varetas partidas ainda fiz uma conversa com uns espanhóis em "portunhol", porque a eles lhes aconteceu o mesmo, e não dava para chorar por isso rimos da situação, e soube muito bem, a passo de quase corrida (o vento estava possuído), empurrada pelo vento entre noutra Igreja a de Santo António, quantas vezes já por ali passei??? Centenas, e como não entrei, foi a pergunta que fiz a mim mesma. 

Apesar de ter o Café A Brasileira mesmo à minha frente, não ousei atravessar a rua, e entrei numa confeitaria, e saí de lá com um café e um mini bolo rei....

Uma viagem curta, chuvosa, ventosa, com prejuízos (ninguém gosta de perder o seu único chapéu de chuva), mas rica emocionalmente, culturalmente, e desgraçadamente com umas boas gramas a mais. 

 

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