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a herança do vazio

Blogue de pensamentos, acontecimentos, experiências, viagens e coisas minhas.

a herança do vazio

Blogue de pensamentos, acontecimentos, experiências, viagens e coisas minhas.

Dezembro 10, 2025

m.

 

Não vou ser exaustiva, nas descrições, porque aconselho todos a visitar o site:

 São Miguel (Açores): o que fazer e visitar, roteiros de 3, 5 e 7 dias (uma semana) e mapa com pontos de interesse na ilha verde açoriana - RandomTrip

Uma viagem recarregada de emoções, diversão, alegria, música, descoberta dessa ilha maravilhosa, São Miguel.

O primeiro destino foram a Lagoa das sete Cidades, mas com tempo de Inverno, como calhava em caminho e ainda era muito cedo, paramos na ponta da Ferraria, e pudemos ter o primeiro contacto com as águas quentes e enxofradas (não sei se existe), mas o cheiro era mesmo irreconhecível. Contactamos uma habitante local, que foi tão querida e simpática, e ela contou-nos um pouco sobre as piscinas e a evolução turística. Não deu para irmos para a água, porque estava muito vento, frio e estes continentais, ainda se estavam a ambientar....Quando chegamos a sete Cidades, foi assim como uma sensação de Uau...isto é lindo, depois de uma volta pela vila, fomos ver as lagoas, a verde e a azul, não a vista panorâmica, mas aquela que nos permitiu ver e ler a história das lagoas, o miúdo ficou feliz e claro, como é possível as cores, é a natureza a fazer com que esta ilha seja única e cada recanto especial. Depois subimos (acho eu) em direcção a Mosteiros, e se o tempo estava mau nas Sete Cidades, aqui estava terrível. Acabamos por só ir beber um café e um sumo, e nada de passear.

Como o dia já ia longo, apesar de ainda serem apenas 16 horas, antes de irmos para o alojamento ainda fomos comer um lanche assim reforçado na Ribeira Grande, e ver um pouco da cidade.

Com o repouso merecido, vamos visitar Rabo de Peixe (eu, queria muito ver os locais da série, e depois em direcção à Caldeira Velha , é de tirar o fôlego, merece tudo, começas a pensar isto são vulcões, ainda em actividade e vês-te na lagoa do Fogo, e a emoção é gigante, que maravilha podermos estar, visitar e respeitar a Natureza, com esta beleza inigualável. 

A experiência de beber o chá ali, na plantação (fábrica) é diferente, de comprares o chá e fazeres em  casa, a sério não tem o mesmo sabor, embora seja igualmente maravilhoso. Passamos só no Chá da  Gorreana, e decidimos ir ao Chá de Porto Formoso, no dia a seguir, porque a manhã já vai longa, e precisamos de ir às Furnas, o nosso grande e maior objectivo do dia. Paramos em todos os miradouros e qualquer um, que tivesse indicações, ai estávamos nós, ás tantas o miúdo estava cansado, e no último miradouro antes das furnas, ele calou-se esteve ali um bom bocado a ver a actividade vulcânica e a ler as descrições, com algumas perguntas, que respondemos depois quando chegamos ao alojamento, esta descoberta foi maravilhosa, a partilha entre nós os dois e o reforçar de laços, já existentes, ficamos cúmplices. 

Nas Furnas não fomos ao cozido, porque juventude não come essas coisas, e prefere um hambúrguer na queijaria, e estava delicioso. A vila é muito bonita e turística, achar que pagar para entrar no Parque Terra Nostra não é caro, é não saber valorizar, a natureza, o homem que cuida e que preserva. Só me faltou ter levado um livro, e deixar-me envolver pelos barulhos reconfortantes da natureza e das águas, isso sim seria a cereja no topo da visita ao parque.

Óbvio, que passeamos pelas fumarolas, ali em loco  erupção, e o quentinho que estava, muito aconchegante. 

Terminamos o dia em Ponta Delgada, de barriga cheia de paisagens deslumbrantes e com o sentimento (eu, claro), que quero voltar com ainda mais tempo para passear e visitar a Poça de D. Beija, ou estar um dia de manhã á noite no Parque Terra Nostra, ali a marinar e desfrutar.

Fomos para a praia em Povoação, e ver as vistas, e conhecer  e depois em direcção a  Vila Franca do Campo, provar as deliciosas queijadinhas, maravilhosas, e quando descobri que no continente existem lojas que as vendem, foi uma festa,  estivemos nas piscinas naturais e "fizemos praia", se podemos chamar aquele raio de sol, que deu para mal secar os fatos de banho. Mas foi super divertido, porque o miúdo adora água, e esta viagem também foi por e para ele. 

O último dia, passamos em Ponta Delgada e saímos tarde (a hora mais tarde de check out), porque alguém teve de estudar durante a viagem, e apesar de muito ficar para vermos, a prioridade de também estudar impôs-se. Em Ponta Delgada, fomos sim, ou sim visitar uma plantação de Ananás, visitar o centro histórico de Ponta Delgada e o Forte, ou Museu Militar, este foi visto ao detalhe pelo miúdo que não só adorou, mas vibrou com as armas, e todo o arsenal que existia, eu deixei-o vaguear e desfrutar, quando a hora de lanche/jantar começou a apertar, fomos ao shopping, compramos uns presentinhos, umas recordações para nós, e fizemos algumas trips por lojas de desporto. Quando começou a ficar lusco fusco, fomos para o aeroporto, aguardar o voo.

DSC09027.JPG

Lagoa do Fogo, Vistas, Açores 2025

Adorei as gentes dos Açores, e o seu "vocês lá no Continente", sim, eu sei que não sou nativa, mas podes parar de fazer comparações, somos todos Portugueses. 

Sinto, que deixei muito por ver (sim verdade), mas de todas as experiencias que quem visita os Açores fala, o que mais fiquei triste foi de não tive a experiência de ter de parar para as vaquinhas passarem, não sei se conta trator, e fazer o que parecia uma viagem de quilómetros, e não apenas metros atrás dele, e não podermos ultrapassar, com uma fila longa e gigante, e todos sem stress sem buzinadelas, sem abrir luzes e foi mágico porque toda a gente civilizada e compreensiva, adorei. 

As gentes dos Açores e o seu "vocês são do Continente, de onde"?, porque para eles é importante diferenciar e sim adoram que não sejamos todos da capital. 

E não foi um até sempre se tudo correr bem, será um até já Açores .... 

 

 

 

 

Dezembro 02, 2025

m.

 

O dia da viagem começou às 3 da manhã, porque uma hora de viagem até ao aeroporto e depois as duas horas que temos de estar para apanhar o avião, que serviram para fazermos o check up e procurar a abençoada porta 10, que nunca mais aparecia, fomos os segundos a chegar , a hospedeira muito simpática, pediu para aguardarmos, e começaram a chegar os outros passageiros, chega o autocarro, e não era para o nosso voo, era para os passageiros da porta ao lado. Quando chegou as pessoas, tem pouca calma e parece que começam a empurrar embora estivéssemos numa fila, embarcamos sentamos-nos e ao nosso lado dois casais, que se começaram a meter com o miúdo. A viagem de autocarro parecia interminável, e ainda comentamos que se calhar íamos de autocarro para os Açores, claro que sim, então temos autocarro anfíbio... piada.

O meu lugar era logo ali na primeira fila, e o do miúdo na fila de trás....wtf?, os assistentes de bordo super simpáticos perguntaram se estávamos juntos, e foram consultar uma lista interminável, e disseram que o Miúdo podia vir para a minha beira, óbvio que o deixei ir na janela, a contemplarmos o nascer do sol na linda capital. 

Eu adormeci, literalmente acordei por cima das nuvens, ele não pregou olho, e ainda gozou comigo...malandreco. 

A aterragem foi para mim um stress (até parece que era eu que ia a conduzir), e aquele pum na pista dá-me arrepios, e ao mesmo tempo alívio, para ele não, adorou, deu para ver pouco da ilha antes da aterragem, porque surpresa haviam nuvens e neblina sobre Ponta Delgada. 

Depois da saída sem stress, fomos ao pequeno almoço, porque de tantas emoções estávamos esfomeados e a precisar de uma bebida quente, não falo dos preços porque foi no aeroporto, logo caros, mas quer dizer dias não são dias, e amanhã poupamos.

O carro era um P., e a gasolina.... stress condutora, estive ali um bocado a ambientar-me com as funcionalidades, e ver mais ou menos o manual e experimentar. 

Uma dica importante: TIREM FOTO AO CARRO QUANDO O LEVANTAREM E CONFIRMEM AS MAZELAS.

 

 

 

 

Novembro 25, 2025

m.

....A partir de Janeiro foi um pesquisar e um aprofundar de conhecimentos sobre São Miguel, consultei muitos sites, vi mapas, vi imagens, e este planeamento foi quase como uma pré viagem, e foi emocionante na verdade.

A excitação começou quando tive de marcar as férias no local de trabalho, tirei quatro dias, um antes e outro depois do embarque. E em boa hora o fiz, porque aquela quarta feira antes e a segunda depois foram realmente importantes para estar mais relaxada e ultimar pormenores.

https://www.welt-atlas.de/map_of_sao_miguel_azores_1-269

O primeiro foi ver o alojamento, aeroporto e os locais que queria visitar.

Dividi a vagem e os dias, e cumprimos escrupulosamente o plano.

O alojamento ficava no Pico da Pedra, a cerca de 20 minutos de Ponta Delgada. E a partir desse conhecimento tracei a rota e o tempo que demorávamos  hipoteticamente para visitar o mais possível.

Queríamos ver tudo o que nos fosse possível e ainda mais.

E sinto que ficou tanto para ver e disfrutar......

 

 

 

 

Novembro 20, 2025

m.

Em Dezembro de 24, pelos dias de Natal, recebi um envelope, uma caixa e uns papeis dobrados com uma fita, tipo embrulho, desconfiada, perguntei, tanta coisa (e ainda nem sabia o que ai vinha), responderam abre primeiro a caixa.

A caixa era reciclada, e vinha um seguro de uma viatura automóvel, de uma empresa que nunca tinha ouvido falar;

Os papeis dobrados, montes de folhas frente e verso, sublinhados a caneta fluorescente, com localização de um alojamento, e uns planos de viagem que de primeira olhadela não percebi pevas....; 

O envelope foi o que me fez gritar e saltar de alegria (não literalmente, mas quase), um bilhete de avião, com data de ida e volta para o Aeroporto de Ponta Delgada João Paulo II, só respondi, mas eu estou a programar a viagem com a L, e agora??.... agora vais com o T, e não ele só perde dois dias de aulas, leva os apontamentos e estuda de noite, ou nas viagens, depois de passearem. Como se alguém que não vai a conduzir nos Açores vá a estudar ou outra coisa que não seja ver e absorver a paisagem, mas pronto. 

Agradeci e pedi indicações, alguém que já tinha estado na ilha para nos ajudar a planear a viagem.

Continua......

 

 

 

Maio 20, 2021

m.

Tomadas as duas doses da vacina, agora resta-me esperar, continuar  a ter cuidado e começar eu também a pensar em fazer algo mais que trabalhar, caminhar na zona, ir ver a família mais vezes (agora já podemos), e começar a desanuviar estas nuvens cinzentas que tem pairado sobre nós todos. 

Ainda só fiz uma viagem, e soube pela vida, como se costuma dizer, mas como foi de trabalho e motivos familiares, quase não deu para desfrutar do tempo livre para passeio, ou lazer, apenas convívio, e mais trabalho, que fazer. 

Comecei a pensar, qual será a minha primeira visita  a uma cidade depois deste ano de 2000, tenho várias ideias, mas ainda não vai ser este fim de semana.

Planear já é meio caminho para desconfinar...

 

Dezembro 15, 2019

m.

Sou consumidora assídua de programas culturais, que infelizmente não abundam na nossa televisão tdt (ainda não aderi ao cabo/fibra/o que seja, e não sei se alguma vez o farei), mas isso são contas minhas. E vejo bastante televisão espanhola (privilégios de morar na raia), e no canal deles similar à nossa RTP 2, passam horas a falar de cidades, pelo mundo fora, e um dia destes falaram sobre Itálica, e é maravilhoso, ouvir, e ver através da caixinha mágica. Mas mal eu sonhava que este ano tive o prazer e o assombro de pisar, de ir, de me maravilhar com este paraíso deixado pelos romanos, e que felizmente chegou aos nossos dias, e está a ser preservado e restaurado o máximo possível, porque no país vizinho a cultura é "cultivada". 

É uma sensação maravilhosa pisar aquele palco, passear pelas ruas, espreitar para dentro das casas, estar no coliseu, no mesmo local que os imperadores, e toda a prole romana. A visita foi curta, mas foi espectacular, aprendi muito a respeitar os arqueólogos e a pensar emocionada no prazer de descobrir qualquer objecto carregado de vida,  e de história. 

20191215_110628.jpg

Sobre Sevilha, pouco tenho  a dizer, excepto que é uma maravilha apreciar a cidade desde as Setas, uma vista espectacular sobre toda a cidade, que é enorme, é como um museu  a céu aberto, para onde quer que olhemos, é diferente e digno de contemplação. As ruas só por si são espectaculares, felizmente que estava pouco quente, porque mesmo no Outono fazia calor, depois de passarmos por uma casa de flamengo (pena o espectáculo ser só nocturno), e da visita a sempre emblemática catedral e a famosa Praça de Espanha, Sevilha soube-me a quero ver mais, explorar cada canto, recanto, terraço e percorrer sem horários, as ruas e os bairros típicos. 

20191215_110605.jpg

 

 

 

Dezembro 15, 2019

m.

Depois de uma sexta feira super, hiper, mega cansativa, acordar sábado ás 4 da manhã, para sair ás 5 e meia, e estar na entrada não sei que mais do Caminito del Rey, foi só por si uma maratona, mais dos organizadores do que minha, porque eu cá sou rapariga que gosto de cumprir e se me dizem que tens de acordar antes das galinhas, comer numa barragem, em pé ao frio, a prometer chover (foi só promessa), eu cumpro de boa vontade, porque o interesse de ir fazer o Caminito é meu. Por isso senhores trombudos, com cara de sono, dormem na volta no autocarro, okay, deixem o mau humor em casa, estamos a passear, desfrutar de uma paisagem invulgar e milenar. Espírito de equipa, de companheirismo e medo porque ai e tal o Caminito mete medo, e eu tinha visto um filme algo terrorífico, mas quer dizer pagam aos actores para lhes acontecerem tragédias, e coisas boas, e é o trabalho deles. Mas realmente eu pouco ou nada (mais nada do que algo) sobre o Caminito, e para começar (ainda antes dos bilhetes e dos capacetes, e tal, tivemos de correr, não literalmente, que o pessoal não é nada dado a maratonas, mas subir, e depois o terror de passar por um túnel ás escondidas, onde anda a lanterna do telemóvel quando é preciso??? nem houve tempo, é andar e "Punto!", chegamos a horas à  entrada, porque cumprir horários é com os espanhóis, não para chegar a horas tivemos de correr, tipicamente "Tuguês". Como éramos muitos, fomos divididos em grupos, nós ficamos a ver os outros partir, entregues a um Guia muito simpático, e quando chegou a nossa altura de entrar, vamos lá então, fazer o Caminito. Escarpas, o rio lá no fundinho, pequenino, parecia um regato, mas olhar lá para baixo era vertiginoso, mas é para isso que nos temos de desafiar a nós próprios, olhar sem medos agarrada ás barras da passagem pedonal, e olhei muitas vezes, porque havia tanto para ver, para desfrutar a natureza em comunhão com o trabalho do home, uma comunhão perfeita, claro que tem vertigens é complicado, mas é uma experiência única, se quero repetir, claro que sim, podemos ir amanhã? A ponte suspensa, mete respeito, todo  caminho é seguro e estamos sempre acompanhados por vigilantes, que se for necessário nos auxiliam, não precisamos e fizemos o caminho com alegria, companheirismo e entre ajuda aqueles que nos pareciam ir com mais dificuldade, é fácil, não subimos, só descemos na parte final do trajecto, e são uns quilómetros, que quando cheguei ao fim, me apetecia voltar a percorrer. 

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Novembro 06, 2019

m.

Acho que sem querer fiz um verso. A visita começou, com um contratempo, encontrar um buraquinho para estacionar, felizmente alguém conhecia os cantos e recantos, se fosse eu, ainda hoje andava à procura.

Uma cidade com muita história, e muitas igrejas, cada uma com o seu estilo, e sendo a Cidade dos Arcebispos, não podia deixar passar esta viagem sem conhecer algumas das suas Igrejas.

20191026_120216.jpgComeçando pela Igreja de Santa Cruz, com o enigma dos galos casamenteiros, curiosidades da nossa cultura. Uma Igreja em estilo Barroco, com representações de Cristo nas  diferentes Estações da Via Sacra, imponentes e impossível não sentir respeito, por majestosas obras.

Nas ruas de Braga ainda é possível ver algumas curiosidades, como mercearias centenárias, casa típicas, mais ou menos conservadas (como nas grandes cidades, o betão ganha à tradição), espaços verdes, o entrosamento entre o tradicional e o moderno, mais ou menos conseguido.

20191026_134737.jpgA Sé Catedral de Braga impressionou-me, pela sua beleza, o mau é que tínhamos o museu fechado e não tínhamos "tempo para esperar", porque havia tanto para ver.

Calcorreando as suas ruas, entramos na comida mais típica de Itália (La Piola), pizza, como não podemos deixar fugir as tradições dos nossos almoços/jantares, a surpresa foi que a pizza era deliciosa, o espaço super agradável, os funcionários simpátiquíssimos, e adorei esta nossa tradição. Eu sei, os pratos típicos de Braga são maravilhosos, muito famosos, e tem todos um aspecto, delicioso, mas a minha pizza era mesmo deliciosa.

Para fazermos a digestão, do almoço, nada melhor que passar novamente pela Sé, museu ainda fechado, desistimos, vamos ter de voltar. Isto deixou-me triste, porque quem anda a passear e numa cidade cheia de turistas, deviam precaver estas situações, alternar as horas de almoço, optarem por contratarem mais pessoas,  nas atracções mais turísticas, não fechar para almoço. Bom, foi o menos do dia.

A Fachada da Biblioteca de Braga é digna de nota e de uma visita ao seu interior, noutra altura, porque se a fachada é linda, nem quero imaginar o interior.

Depois de uma paragem para o café, e para descansar, do tempo primaveril, com que Braga nos brindou, rumamos em direcção ao Museu dos Biscainhos, a visita guiada era ás 15, só tínhamos 15 minutos para ver os jardins, mas quem consegue ver a maravilha de jardim em tão pouco tempo? Ficamos pelo primeiro patamar, e não vimos tudo, e fomos à visita guiada, mas guiada só pelo espaço, nada de explicações, ou tempo mais prolongado para visitar cada um dos espaços, rapidez, e eficiência, é a característica do funcionário, o moço, andou literalmente a correr quando nos foi mostrar os estábulos e a cozinha....faltou tanto da casa para vermos, vimos o salão nobre, se quiseres saber o que é lês os informativos à entrada de cada sala, e estão em letras impróprias para pessoas que precisam de óculos, como eu, que fui ao engano, pensando que nos ia calhar uma explicação, e não tive de sacar os óculos da mala e ler, rápido, porque outra sala nos espera. Fiquei curiosa com os restantes espaços da casa, porque apenas vimos, a sala de jogos e música, a sala de estar, a sala de jantar, gabinete, os estábulos e a cozinha, na cozinha fiz questão de me demorar e ver como deve ser, a rusticidade dos objectos, o "corredor" que me espere..

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Sinto nesta visita, que me ficou a faltar muitas salas e coisas que ficaram por ver, e achei estranho não termos um vislumbre dos quartos, e a escadaria principal que devia ter sido apreciada como a maravilha que é. Voltar, sim, mas com outro funcionário que seja um bocadinho mais calmo e menos stressado.

Torre de Menagem os seus pisos, cada um destinados a  épocas distintas da história desta cidade, a vista que se alcança do alto desta torre, não são só telhados, vemos uma perspectiva de todos os lados da cidade, e com um bónus, não se paga. É grátis, e não vi acesso para pessoas com pouca mobilidade, as escadas, bom o que é mais uma subida depois de calcorrearmos muitas ruas de Braga?

20191026_164602.jpg

Para terminar e estando um bocadinho "de rastos e a arrastar-me", paramos para ver a Casa dos Crivos, (sabem, quando as janelas só permitem ver para fora e nada para dentro), tinha uma exposição de fotografia, que aproveitamos para ver, também era tudo grátis.

No fim do dia, ficou uma sensação de cansaço, querer voltar e voltar a ver, o que já vimos, mas também o muito que ficou de fora. 

 

 

 

Outubro 29, 2019

m.

Esta não foi a minha primeira visita a esta cidade-museu a céu aberto. Da primeira vez já lá vão uns anitos, fomos a Badajoz (sim, e comprámos caramelos), e como estava um tempo ameno, subimos até Cáceres.

Cáceres com o Centro Histórico, Património Mundial da UNESCO, e como não podia deixar de ser, em Espanha, prima pela conservação arquitectónica e pela limpeza. Uma cidade que apesar da sua parte história que não podem perder, tem a parte moderna que é igualmente digna de uma visita, cada uma com o seu encanto.

Começando e terminando na  Plaza Mayor, como não, paragem para uma caña, confesso que não sei como se escreve, mas sei como sabe, a cerveja fresquinha, ideal para reforçar as energias.

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Outubro 29, 2019

m.

Perguntem-se se quero ir a Espanha, e eu digo logo que si,  (já respondo como espanhola), sim, perguntas-me se quero ir à Região da Andalucía, e eu respondo-te, já ontem era tarde!

É um daqueles locais, que sempre ouviste falar, vês fotos, documentários, mas nada te prepara para a beleza daqueles pueblos, cidades, paisagens.

Neste pequeno passeio, visitamos Sevilha, Cáceres (esta cidade  pertence à Estremadura), lá terei que reformular o post....assim já não têm dúvidas, e foi reposta a justiça para com Cáceres, seguiram-se Ronda, Itálica e não fomos a Málaga, porque nos deslumbramos e caminhamos pelo Caminito Del Rey. As outras cidades terão de ficar para mais tarde, porque o tempo ás vezes é nosso inimigo.

 

 

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