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a herança do vazio

Blogue de pensamentos, acontecimentos, experiências, viagens e coisas minhas.

a herança do vazio

Blogue de pensamentos, acontecimentos, experiências, viagens e coisas minhas.

19
Jan20

Tardes de domingo

m.

Oh um dia de quase primavera, e o que nós aproveitamos para fazer?

Passear pelas ruas da cidade, porque depois de uns dias cinzentos temos de respirar o ar citadino, que já tínhamos saudades. 

É  como o recomeçar, depois de um longo tempo sem estar aqui, estando, esta hora e meia, pareceu-me um dia inteiro e ainda queria continuar. 

 

29
Out19

Cáceres - Extremadura

m.

Esta não foi a minha primeira visita a esta cidade-museu a céu aberto. Da primeira vez já lá vão uns anitos, fomos a Badajoz (sim, e comprámos caramelos), e como estava um tempo ameno, subimos até Cáceres.

Cáceres com o Centro Histórico, Património Mundial da UNESCO, e como não podia deixar de ser, em Espanha, prima pela conservação arquitectónica e pela limpeza. Uma cidade que apesar da sua parte história que não podem perder, tem a parte moderna que é igualmente digna de uma visita, cada uma com o seu encanto.

Começando e terminando na  Plaza Mayor, como não, paragem para uma caña, confesso que não sei como se escreve, mas sei como sabe, a cerveja fresquinha, ideal para reforçar as energias.

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08
Ago19

Peniche

m.

Bem depois de um sábado desconcertamtemente cansativo, com mil afazeres, chega o domingo nublado e quente, mas com previsão de sol, lá mais para a tarde.

Arrancamos em direcção ao Cabo Carvoeiro, Peniche, e as Berlengas ali tão perto e ao mesmo tempo tão distantes, distantes para mim, que não arrisco um passeio de barco, nem que seja o rápido cacilheiro do Tejo. Enjoo e nem as mezinhas nem os medicamentos me salvam.

Respirar ar puro e ar puro marítimo deve ser das coisas mais belas e relaxantes estar ali, em paz, com a calma das ondas a bater nas rochas, aquele som capaz de acalmar mesmo as almas mais atormentadas, ver os domingueiros em trajes de banho ou passeio, ouvir as gaivotas, ver os animais marítimos, tudo isto em menos de nada, só desfrutando e apreciando a paisagem.

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08
Ago19

EcoMuseu Salinas de Rio Maior

m.

Parece mentira, mas não, eu morei a cerca de 20-25 minutos desta cidade, Rio Maior,  e ia frequentemente à "santa" feirinha, sempre ouvi falar das Salinas, desde pequena, e passar ali, nem me canso a fazer as contas, e vergonha da minha ignorância, nunca tinha lá estado. O ano passado, naqueles dias de calor terrorífico (sou eu que gosto mais das temperaturas amenas e o calor atrofia-me o sistema), fomos lá, não havia trânsito (claro praias), e fomos recebidos por um espectáculo majestoso, ao longe, no fundo do vale aqueles rectângulos de branco e transparência. Fiquei fascinada e prometi a mim mesma levar lá todas as minhas visitas.

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Este ano e como é um dever também nosso, mostrar maravilhas da nossa cultura a quem não conhece, voltamos lá, e  a sensação é a mesma, começas a vislumbrar as salinas lá no alto, e o sol a brilhar nas águas, e vês deslumbrada aquela brancura salgada,  sentes a salinidade no ar, porque a brisa calma (palavras do senhor que andava a juntar o sal já feito) ajuda muito o processo de salinização. As pessoas gostaram, e eu também porque é bom descobrir, preservar e divulgar o nosso.

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12
Jul19

São Torcato e arredores

m.

Um dia de calor qb, um encontro planeado e há muito desejado. E uma descoberta de um lugar com encanto, religiosidade e esquecido e por muitos desconhecido, o Mosteiro de São Torcato, na vila com o mesmo nome e próximo da nossa cidade maior, Guimarães (desculpem as outras. mas eu e esta cidade temos um não sei quê de cumplicidade). Quando me propuseram o passeio e a vista, fui buscar porque na minha ignorância, desconhecia a lenda e a vivência deste Santo, e senti-me tão bem, uma calma, uma sensação de paz, e desconexão com o quotidiano, que foram umas horas que me pareceram semanas.

Antes passamos pelo Campo da Ataca, em que se celebra a homenagem à Batalha de São Mamede, tem lógica  e sentido, a  não ser mesmo na cidade e sim nos arredores. O que me desiludiu, foi o aspecto de quase abandono e a falta de algo mais "chamativo", porque só mesmo quem conhecia me poderia ter levado lá, obrigado I., és a minha guia favorita.

Entre pontes medievais e moinhos de água, passeios,  caminhadas matinais, assim se passou o dia....e aquela pizza ao jantar (restos de almoço) soube a saudade e a um até breve.

11
Jul18

Fomos a Madrid, e a Segóvia

m.

Que fim de semana tão, acho que ainda ando a procura de adjectivos para associar a este passeio e a esta cidade e cidades de Espanha, o único ponto negativo foi não termos ganho o jogo. E os espanhóis também festejarem a nossa derrota, mas os festejos deles foram de pouca dura, nem 24 horas, o karma é lixado e ri melhor quem ri por último, nós.

Saímos de madrugada porque é longe e fomos de autocarro, em excursão organizada, e chegamos na hora certa, depois do pequeno almoço e antes do almoço, a Madrid, e logo com as jóias da coroa (agora estou a lembrar-me de uma fala numa série, adiante), o Palácio Real e a Catedral de Almudena, que vistas espectaculares, aquele passeio por aqueles jardins, do pouco que vimos, foi um cheirinho a quero mais. Aquele Palácio e a Catedral merecem umas visitas mais em detalhe. Ainda conseguimos entrar numa das capelas laterais da Catedral e deu para rezar pela nossa selecção (os Argentinos estavam lá a orar). Adorei as portas em bronze com relevo.

Seguimos em direcção à Puerta del Sol, e claro, tive que "fugir" para ir tirar uma foto ao símbolo máximo de Madrid, O Urso e o Medronheiro. Depois já não tive foi tempo de ir ao Quilómetro 0, fica para uma próxima.

O almoço livre teve de obrigatoriamente incluir bocadillo, senão não era passeio a Madrid.

De tarde um passeio obrigatório ao Passeio del Prado, Atocha e ao Museu Rainha Sofia, assim em passeio e em grupo foi uma experiência muito positiva, entre risos, conversas e pequenos malabarismos, foi uma tarde bem passada, que terminou no Parque del Bueno Retiro, e unas cañas, que souberam pela vida, e a terminar a nossa empada levada aqui da cidade que estava 5*.

A noite foi para o futebol, e para ver as vistas de noite, isto foi uma surpresa que não estava incluído no itinerário, mas esta organização ( http://www.ideiasessenciais.pt/   Passeios Faustino) supera sempre as nossas expectativas. E em Madrid nada melhor que para passear de noite, que os bairros típicos, nós fomos, para o Bairro de la Chuenca, um bairro típico e castiço, onde predominavam os símbolos da semana do Orgulho, celebrada em Madrid, bares com história e muita animação.

No segundo dia, estava expectante para conhecer o interior de um estádio, não a parte bancadas/relvado, mas o núcleo central, e nada melhor que uma tour pelo estádio de Santiago Barnabéu, para com uma visita a sala de troféus, aos balneários, ao relvado, e a comoção de vermos o Nosso Cristiano em grande destaque por todo o lado (pena que já tenha saído), um orgulho.

De tarde era hora  de virmos embora, que ainda nos esperavam uns bons quilómetros, e surpresa, é anunciado uma paragem e passagem numa cidade que fica a caminho e que é Património da Humanidade, Segóvia, aqui esta vossa "blogger" (olha a pretensão da rapariga), pensava erradamente que esta cidade se situava no sul, não, é mesmo aqui perto e linda, umas vistas carregadas de história, ruelas calcorreadas por milhentos e um aqueduto que me deixou sem palavras. A Catedral é qualquer coisa de maravilha e encontrei o António Machado, o escritor com nome português, mas com alma espanhola.

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Aqueduto Romano de Segóvia

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Catedral de Segóvia e Praça

 

Foram dois dias de caminhadas que não cansaram, de vistas de obras desconhecidas de companheirismo e de deslumbramento, porque por mais fotos que vejas, nada nunca supera o original.

30
Abr18

Caminhada pelos Passadiços do Paiva; Arouca

m.

E o dia escolhido para a caminhada foi o dia da Liberdade, o dia 25 de Abril. Tempo ameno, de Primavera? Não, calor de Verão, mas quem caminha por gosto, isso nem foi uma preocupação por ai além. 

Com algumas paragens por imprevistos ( o que é uma excursão sem imprevistos e atrasos, não era  a mesma coisa), sempre explicados pelo grupo organizador (Ideias Essenciais Eventos e Passeios Turísticos Faustino Teixeira são cinco estrelas). Com a primeira paragem em Vila Real, café, pequeno almoço, ou o quiséssemos, porque já levávamos uma hora de autocarro, soube bem começar este pré aquecimento.

Depois e eu sem fazer ideia onde se situavam os Passadiços nem pouco mais ou menos, demoramos mais umas duas horas de autoestrada e estradas nacionais, que pecaram pela triste paisagem enegrecida e triste, ainda no autocarro e como tínhamos de ir nas localidades a passo de parados, dizia adeus às pessoas que em dia feriado aproveitavam para tratar das suas culturas agrícolas (vulgo semear / cavar batatas), foi divertido, porque elas paravam para descansar e algumas acenavam, isto é da herança, desde sempre me lembro do meu pai cumprimentar todas as pessoas por quem passava na aldeia vizinha, mas ele conhecia as pessoas, eu não, mas o meu avô materno fazia o mesmo, e ele tal como a neta não conhecia  as pessoas), depois de muitas curvas, descidas, subidas, e mais disso, parecia que nunca mais chegávamos, mas eis-nos à beira do Rio Paiva, no local de partida/chegadas, para embarcarmos, ou melhor caminharmos, nestes tão famosos passadiços.

A organização, que já tinha feito um breve briefing (ai que me lembrei de quando trabalhei naquela empresa, onde todos os dias tínhamos um briefing, nunca mais tinha ouvido a palavra), e explicado, combinado, e avisado das regras e dos cuidados a ter em respeito pela Natureza e pelos outros Caminhantes (isso devia ser Civismo e senso comum), mas é realmente sempre melhor avisar e relembrar, porque mesmo assim, ainda me insurgi por ver uma pessoa adulta, a dar um rebuçado, ou o que fosse  a uma criança e a deitarem os papéis fora (e eram do nosso autocarro). 

Começamos a caminhada no sentido Espiunca - Areinho  e terminávamos o percurso com cerca de 300 escadas para subir, e umas quantas (500? para descer), com isso em mente, propus-me poupar na água, só mesmo em SOS, e na alimentação, antes de começarmos uma barrita, a hora do pequeno almoço já ia longe.

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No início começamos um grande grupo, mas como era para caminhar ao nosso ritmo e apreciando as maravilhas da natureza, impossível não parar e ouvir o relaxante som dos rápidos e da água, que ao longo de todo o percurso nos acompanhou, seja no rio (lado esquerdo), ou caindo por entre as pedras e encostas do nosso lado direito. 

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O verde da paisagem é ia dizer bonito, mas é pouco, é de um deslumbramento que nos deixa como que enfeitiçados, e a queremos (eu pelo menos) explorar essa zona de vegetação tão diferente, e ao mesmo tempo apelativa. E fomos em grupos mais ou menos pequenos consoante as companhias e os passos ao nosso ritmo, parando aqui e ali para apreciar convenientemente a paisagem e descansar um pouquinho, porque o calor era muito.

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A meio do percurso e previamente definido paragem para reabastecer, tinha de ser, e soube mesmo bem. Aqui no meio do percurso encontram-se dois ícones dos passadiços a Cascata e a ponte suspensa (medo), no meio da natureza a pureza das 

águas refrescantes e relaxantes, apetecia ficar mais um bocadinho e tomar um duche ou um banho no rio, mas nada que pudesse fazer neste dia, mas quem sabe da próxima vez, com mais calma e tempo.... 

Continuando que isto de passar a ponte suspensa é de meter medo, não o fiz, sei que começava a tremer mas deve ser uma experiência fixe, para os radicais, para mim passo, obrigado, mas gostei de ver a fila interminável para a passar duas vezes. 

Com  a força do calor, começamos a sofrer um bocadinho, e ao longe os passadiços tornaram-se assustadores, mas como tinha de ser, coragem e força, para iniciarmos a subida, mas na curva do rio, vemos a  Cascata das Aguieiras e incrível a Natureza  a água a cair das serras e a força que nos transmite e permite encarar a subida com algum entusiasmo (bom não era hipótese desistir). 

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 Esta subida interminável, custou-me um bocadinho, mas depois a preocupação e a entreajuda a quem estava pior e lhes foi mais difícil, não parei  a pensar no que tinha pela frente, era sempre mais um lanço, que estamos no bom caminho, entre nós lá fomos lanço a lanço, e com a paisagem deslumbrante chegamos ao topo, vitoriosas de um longo caminho percorrido. 

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Depois da encosta de subida, a descida, e mais uns quantos passos para terminar e encontrar-nos todos no ponto de encontro Areinho pausa merecida e desejada para refrescar, café e água, para repor energias, que ainda nos faltava mais um bocadinho até ao autocarro.

Depois veio o repor das energias, que a organização nos proporcionou, excelente serviço, aquela paparoca sobe que nem um manjar e o local foi inteligente Monte e Capela da Senhora da Mó; Arouca. 

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Ainda tivemos tempo para uma breve visita a Arouca, que tem uns doces conventuais divinais, e gente super simpática, falo pelo senhor da pastelaria, que nos ofereceu um dos doces típicos e nos explicou cada um deles.

Uma excelente caminhada em boa companhia com uma organização excelente que estavam sempre prontos para esclarecer e ajudar http://www.ideiasessenciais.pt/

 

 

 

 

 

03
Fev18

Sábado e viva a tranquilidade de morar numa cidade "pequena"

m.

Viver numa cidade "pequena" é tão relaxante, conseguir estar minutos sem ouvir o barulho infernal do trânsito, não ter de acordar horas antes para ir trabalhar e enfrentar o stress matinal das filas, poder ir para o trabalho a pé, ficar perto de tudo ou a menos de uns minutos.  Encontrar sempre estacionamento ao pé da porta, ou na rua de trás, estar a dois passos de tudo, Sair de casa e ir beber o café na porta ao lado.

Estar em comunhão com a natureza, campo, serras, montanhas, verde, e se quisermos praias não ficam assim tão distantes, tal como a cidade "grande" mais próxima. 

E o calor humano, ser recebidos por alguém com tanto entusiasmo, seja onde for, não tem preço. 

26
Out17

Feira dos Santos

m.

Ou como a confusão saiu a rua, pois é aproximam-se as festividades da Feira dos Santos aqui na cidade. e já começamos a ficar enjoados com os cheira das farturas, aquele óleo que se respirada das roulottes dos fritos, farturas e churros, adoro este ambiente, e as animações são contagiantes mesmo para quem não anda nelas, mas só de ver a alegria da criançada é um gosto, porque assim como assim Festa é Festa.

Os feirantes propriamente ditos ainda não chegaram, mas creio que no fim de semana aqui os teremos e podemos então desfrutar das barracas atulhadas de matérias primas mais ou menos essenciais.

 

Ai que agora deu-me a fome, toca a ir comprar uma fartura para o lanche.

26
Out17

Sábado em Guimarães

m.

Passear por cidades que eu gosto nunca é demais para mim, e sempre descubro coisas novas e diferentes.

Um encontro em Guimarães é sempre especial, pela companhia, e pela perspectiva de voltar a visitar esta cidade que eu ADORO.

Desta vez e contrariamente ás anteriores, fui estacionar num local, que sabia onde era, mas não sabia como lá chegar, conclusão, falhei o cruzamento de entrada, mas como tenho um sentido de orientação, "ni" a pesar para o "si", percebi que de alguma forma e perante alguma manobra tinha mesmo de voltar para trás, senão ia ter nem sei eu onde, claro que quando voltei para trás, a minha velocidade passou para "velocidade de procura de indicações", mas não havia, e se as havia eu não as vi. Assim que voltei no cruzamento, e depois no outro, via que ia no caminho certo, e eis-me perante mais um engano, voltei a falhar a entrada do estacionamento, perante tanto engano logo pela manhã (e ainda nem eram 10 horas), imaginei que o resto do dia is ser assim, meio equivocado. Errado!!!

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Paço dos Duques; Guimarães.

 

O objectivo deste dia era variado e tinha de aproveitar o tempo ao máximo, foi um bónus apesar dos enganos, estar á hora de abertura do paço dos Duques, para ver a Exposição "Leonardo Da Vinci, O Inventor", e conseguir ter a possibilidade de ver a exposição calmamente e sem burburinho, poder ler todos os painéis e ver as réplicas das suas obras, no final senti-me feliz e ainda mais admirada por um Criador, que com a sua visão futurista e inconformada nos antecipou o futuro de forma tão espectacular.

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Exposição Leonardo Da Vinci, O Inventor; Paço dos Duques; Guimarães.

Depois deste "banho cultural", e ainda sendo cedo, parti á procura de alguém e percorri outras ruas menos turísticas, e depois de todos os elementos presentes, a visita ao Palácio Vila Flor, deixou-me com vontade de assistir a algum concerto, muito especial, vamos sonhando.......

O almoço foi um acontecimento, num local repleto de referências á leitura e nós que adoramos ler, adorei o espaço, os pequenos mimos, os gestos de simpatia, tudo regado com um delicioso almoço.

A sobremesa, veio de fora

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Pastéis de Nata, Natas, do Norte ao Centro, quais as mais deliciosas.

 A tarde passou a correr entre Castelo, Monumentos, Igrejas, Estátuas, explicações apressadas que o tempo, quando estamos a passear voa nem sei por onde, e quando damos por ela é um até breve, porque esta é a parte mais difícil, o adeus.

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Estátua de D. Afonso Henriques; Guimarães 

Aproveitando o resto do dia, ainda aproveitamos para visitar três santuários, São Bento das Peras, com os seus miradores dos quais podemos apreciar as vistas. Santuário da Senhora da Lapinha, respira-se tranquilidade. E por fim o Santuário da Penha. Um final de passeio espiritual que nos proporcionou alguns momentos de recolhimento, reflexão e oração.

 

 

 

24
Out17

Galicia Encantadora e Valença do Minho

m.

Neste fim de semana fui numa excursão, ou passeio turístico?. Não sei o termo certo, mas fui eu e mais 50  num confortável autocarro e não é que adorei, apesar de ir cheio de avós e alguns netos (nós), o convívio e a excelente organização aqui , fizeram o resto.

Saímos em direcção a Ourense, num passeio pelas termas ao ar livre e pelo centro da cidade, conhecia um bocadinho, e o tempo não estava propício a grandes passeios, mas deu para tomar o pequeno almoço e passar pelas ruas principais. De manhã cedinho com um tempo de chuvinha o que

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Termas; Ourense; Espanha

nós queremos é um café-solo, com um croissant fresquinho com um queijinho delicioso. Depois do passeio parou de chover e saímos em direcção a Salvaterra do Miño com sol e calor.  Nestas paisagens e ali como cá o verde é substituído pelo negro dos fogos, e é tão desolador ver as paisagens verdejantes negras e mortas.

Chegados ao local, degustar um excelente almoço no Restaurante Casa Lino, era tudo o que precisávamos,  e o mesmo excedeu as expectativas, quer em termos de comida, quer de companhia e animação, porque a tarde prometia cansar.

DSC08233.JPGMega-Cacete; Salvaterra do Miño; Espanha

 

Depois de um almoço bem temperado e regado, claro que necessitávamos de exercitar os músculos e nada melhor para o fazer que no nosso País tão lindo e desconhecido, passando Monção, começamos a avistar Valença, e para mim que não conhecia tive um prazer redobrado e uma boa surpresa ao visitar e conhecer o interior desta cidade fronteiriça.

DSC08278.JPGParede de Água; Valença do Minho; Portugal

 Em direcção a Pontevedra deu para descansar os olhos, vulgo dormir, e quando atravessamos uma das suas inúmeras pontes deparei-me com uma cidade moderna e conservadora do seu património histórico, ver as Ruínas de San Domingos, foi um retroceder no tempo, respirar história.

DSC08313.JPGRuínas De San Domingos; Pontevedra; Espanha

 

Em direcção a Cambados e ao Festival do Marisco, apreciando a paisagem natural das Rías Baixas, tão faladas e tão desconhecidas.

E chegados a Cambados, o que é que as raparigas foram fazer, além de passear, ou melhor antes e em vez de passear, visitar uma livraria, pois claro não nos fosse faltar material de leitura depois do bailarico. A sério somos mesmo leitoras apaixonadas até pelos livros em língua de Cervantes.

O jantar, foi TOP, a queimada gallega, assustadora o expiar das brujas, claro que o Padre Fontes tem outro encanto no desconjuro, mas foi assustadoramente divertida esta queimada.

De manhã um passeio descobrindo toda a beleza desta localidade, muitos monumentos repletos de histórias místicas,  uma baía de sonho, um poeta perdido num jardim (Ramon Cabanellas), um café com sabor a laranja pura. Unas vecinas que passando por nós nos dão os Bons Dias, um detalhe um miminho que nos agradou a todos.

DSC08414.JPGIgreja de San Benito; Cambados; Espanha

 

Um almoço reforçado, que soube mesmo bem, uma sobremesa que refrescou, um café que ficou por tomar.

E quando chegados a Santiago de Compostela, o mesmo Espírito Peregrino e de Santidade impregna o espírito, e só peço uns minutos de tranquilidade, um local que nos transmite e nos dá o alento que necessitamos e está aqui tão perto. Sempre dentro de nós e connosco.

DSC08433.JPGO Final do Caminho; Santiago de Compostela; Espanha

 

Um passeio super agradável, com uma organização excelente, e poucos ou nenhuns defeitos a apontar.

Para repetir.

 

 

 

21
Ago17

O Porto num dia

m.

Adoro ir ao Porto, em trabalho, em passeio, por coisas minhas, e desta vez  resolvemos  encontrarnos em pleno Agosto na Invicta, um encontro numa cidade que está tão bem servida de transportes públicos, que chegamos todos a mesma hora,  (ou quase), na verdade foram só 20 minutos depois, mas como diz a TG, isso agora não interessa nada, eu tinha uma  e apenas uma imposição, irmos ao Café Magestic, fosse o café a 10, 20, ou o preço que for, tínhamos de ir, e foi o nosso ponto de encontro, um dos emblemáticos da cidade. Adorei atendimento 5*, o café no ponto, a conversa q.b. e a alegria de nos reencontrarmos quase um ano depois, compensou a espera. Depois rumamos até a ave. dos Aliados, e fomos a uma livraria em extinsão, uma tristeza, e até aposto que o futuro dirá, alojamento local X...passagem pelos Cléricos e pela Lello,  a fila interminável espelha bem, o mundo globalizado em que vivemos.

E perto da hora de almoço, pela praça dos leões, encontramos um restaurante pitoresco, com serviço de buffet, toca a comer que a tarde promete ser longa.

E assim foi numas descidas alucinantes, pelas ruelas e calçadas (ai que me estou a lembrar do Rui), até a Ribeira, passando por vários e muitos monumentos, casarios tipicos,  outros nem tanto, em amena cavaqueira, umas fotos para mais tarde recordar, e depois de atravessarmos milhares de turistas, eis a parte final e mais dificil, qual ciclista a chegar á meta, subir as escadas até a Sé, muitas paragens pelo caminho, água para repor do esforço, e sempre acompanhados pelo burburinho de linguas diferentes e castiças, o nosso popular, a roupa estendida como, não, estamos nos bairros típicos, a roupa é para estar a apanhar sol, e a secar ao vento,  a maré trás até ao Douro, uma brisa que nos ajuda nos degraus finais......ainda apreciamos a Sé e as vistas da cidade, como é impossivel não o fazer perante tanta beleza, é impossivel não nos debruçarmos nos murais e apreciar a beleza de um lado e do outro da cidade.

E chega a hora mais triste a da partida, como em tudo o que começamos deveremos acabar, e para nós este dia está a chegar ao fim, rumo a São Bento, e ao apressado "Pouca-Terra", até ao destino.

 

E para nós não é um adeus, não é o fim, é um até breve, um até já.

29
Mai17

Coimbra - Uma viagem relâmpago

m.

Não foi propriamente em passeio, mas entre reuniões e comissões e palestras consegui tirar umas horitas para ver, ou melhor rever, algumas das maravilhas de Coimbra.

O dia começou cedíssimo, ou não more a muitos kms, chegar a horas e com tempo é sempre o meu lema, e prefiro eu esperar que os outros, e mais uma vez foi o que aconteceu 15 minutos antes da hora marcada.

Cumprimentos, palavras de circunstância e até á hora de almoço, foi uma correria de trabalho, depois do almoço e aproveitando uns minutinhos, ainda consegui ir beber um cafezinho num café que tinha visto pelo caminho, e que me parecia simpático, posso constatar, que não me enganei.

Terminado o intervalo, retomar dos trabalhos até cerca das 17, e finalmente terminamos, depois de uma longa viagem, tantas horas sentada só pedia mesmo caminhada. Depois de deixar as coisas no hotel, uma rápida muda de roupa e calçado e eis-me de mapa na mão, depois de excelentes dicas do rececionista, calcorreando as antigas e estreitas ruas de Coimbra, rumo em direcção ao Largo da Portagem, um largo, onde já passei muitas vezes, mas desta vez e com tempo pude saborear um pastel de Tentúgal e um café, embora estivesse nublado estava quente, senão mesmo abafado, mas claro perto do rio corre sempre uma aragem que soube muito bem, depois e já lá passando de carro e autocarro, o gosto de passar a pé a Ponte de Stª Clara é sempre muito melhor, e foi uma experiência repartida com nuestros hermanos, porque e ai deu para sorrir e hablar un pouquito, fomos ver o Mosteiro de Stª Clara a Velha, um edifício Gótico medianamente conservado, que têm um vitral espetacular.

Depois de um breve passeio á beira rio, no Parque ou Praça da Canção, conhecida pela sua actividade cultural/estudantil, pode-se ainda assim desfrutar das vistas para a cidade e para os seus prédios, igrejas, monumentos, pontes e parques, e só este pequeno passeio em comunhão com a natureza serviu para esquecer as horas fechada entre quatro paredes .

De volta à cidade, e como as horas estão contadas, ainda consigo passear e apreciar a beleza das ruas, e casas, das suas vitrines,  sentir o cheiro a cidade pulsante e cheia de vida e ouvir a tuna Académica.

Com o jantar aproximando-se perdi-me nas suas tabernas petiscando e ouvindo o bom velho Fado de Coimbra.

Apesar de serem apenas horas, foi bom rever e voltar a percorrer as ruas de Coimbra, e a sugestão que faço a mim mesma, é na próxima deixar os compromissos em casa e ir só em Turismo, a cidade merece.

 

 

 

18
Mai17

Pedras Salgadas - Vila Pouca de Aguiar

m.

Passeio de fim de semana

Amanheceu cinzento e nubloso, depois de uma rápida rotina semanal, rumo até á feira do mel e passeio pelo parque que me fez relembrar a minha mãe e o quanto nos divertimos naquela tarde calorosa. Bem como já conhecia  aparte de baixo desloco-me para o bosque e vejo-as, as casas eco, com forma de nave espacial, a sério a primeira coisa que me veio á cabeça foi isso, e que bem estacionadas estão. Depois de uma visita á feira, pequenina mas muito saborosa, não fosse de mel, e artesanato, mas tinha pouco deste confesso, passo pelo portão aberto, o convite para eu entrar num recanto ainda não explorado, e deliciar-me com a paisagem verdejante, oh que maravilha de natureza esplendorosamente cuidada e mantida pelo homem.
O mel das abelhas, ainda não provei, mas adoro mel de urze, com aquele travo de erva do bosque. Para mim o melhor, é beber água das pedras diretamente da fonte, é maravilhoso, dois copos seguidos, fresquinhos e que souberam a lanche. Uma tarde bem passada, que para a próxima dá para degustar um bom livro, naquele ambiente de pura tranquilidade.
 

 Fonte, das águas.

 

 Eco- casas, ou as naves...

 Natureza, Parque Pedras Salgadas

 Feira do Mel e do Artesanato; 15 Agosto 2015; Pedras Salgadas
 
18
Mai17

Guimarães

m.

Passeio pela Feira Afonsina - Guimarães (Junho 2015)

 
A cidade, já conhecia, ou melhor conheço em parte, porque quer queiramos, quer não, nunca se conhece na totalidade uma cidade, há sempre uma coisa nova que decerto não estava lá na vez anterior, ou se estava não lhe demos a devida importância.
 
Desta vez, em Guimarães foi a descoberta da Feira Afonsina, na companhia da I. e da S., adorei cada momento, até mesmo aqueles momentos de sol na moleirinha, em que tinha os neurónios a dormir a sesta.  A subida em teleférico (medo) ao Santuário da Senhora da Penha,  uma aventura oscilantes, por entre os penedos....
Da feira gostei do pouco que vi, e tendo em consideração o que me disseram, e vi na tv, se calhar vi mais e melhor do que muitos dos visitantes tardios;
O almoço, é sempre um acontecimento, a escolha do petisco, optamos por pão com chouriço, grande e bem recheado, uma limonada com copo, fresquinha e saudável, e depois uma sobremesa que não consigo colocar um nome, mas sabia a batata doce e tinha nozes, era fofa e soube bem.
Os trajes, a música, os usos e costumes, as armas, estavam espalhados por todo o recinto do Castelo. Foi pena não ter podido ver as demonstrações, mas á hora da sesta até os artistas têm de descansar.
 
Da Penha, foi toda uma descoberta para mim, os penedos (adoro), a vegetação que soube tão bem,  o sol abrasador, as grutas descobertas, os nichos, o Santuário simples mas a merecer uma visita mais demorada e mais sentida, as vistas sobre a cidade e até onde a vista alcança (da próxima levar binóculos). Os penedos, os pregados nas rochas os suspensos sobre as mesmas, a tasca.




 
18
Mai17

Lamego

m.

A opção passeio citadino, em vez de praia e torrar ao sol

Pois foi um fim de semana não muito quente, mas que dava perfeitamente para fazer praia... mas optei por outro tipo de passeio fui conhecer a cidade de Lamego, bem já lá tinha passado muitas vezes mas ainda não me tinha decidido subir ao Santuário de Nossa Senhora dos Remédios.... e fi-lo mesmo na hora do calor.... a sorte foram as fontes pelo caminho e as água fresca que tinha comprado antes.....mas quando se chega ao cimo cansada e transpirando a sensação é que o dever foi cumprido, a sensação de calma, e a vista deslumbrante.
 


Depois desta subida e descida, decidi visitar o Museu De Lamego, com a muita arte sacra, e muita história a revelar, um ambiente muito fresco, para colmatar uma tarde de passeio impulsiva mas muito proveitosa.
Sei muito mais, mas, Lamego não é assim tão longe.
 
11
Mai17

Porto

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 Imagem

Estação de São Bento; Porto

 

O Porto é uma das minhas cidades favoritas, podia enumerar muitas razões,  os monumentos, as ruas, as calçadas, as pessoas, o rio, as pontes, os jardins....o bolo de chocolate, a francesinha, mas principalmente o que sinto quando chego ao Porto, um ambiente mágico que paira no ar e me anima, faz com que eu me sinta feliz, alegre, de passear pelas suas ruas, comunicar com as suas gentes, mesmo quando é por trabalho, ao Porto é sempre um prazer voltar.

 

 

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