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a herança do vazio

Blogue de pensamentos, acontecimentos, experiências, viagens e finalmente as minhas leituras e os meus livros.

a herança do vazio

Blogue de pensamentos, acontecimentos, experiências, viagens e finalmente as minhas leituras e os meus livros.

12
Jul19

Vamos aos IL DIVO

m.

Sim, outra vez, e sim ainda não estou curada, e sim talvez goste muito e me emocione e me deixe envolver pelas músicas (dispenso as piadas, gastas e os bailarinos).

Grata pela amizade que me dispensais e que me tira desta monotonia que ás vezes é a vida.

12
Jul19

São Torcato e arredores

m.

Um dia de calor qb, um encontro planeado e há muito desejado. E uma descoberta de um lugar com encanto, religiosidade e esquecido e por muitos desconhecido, o Mosteiro de São Torcato, na vila com o mesmo nome e próximo da nossa cidade maior, Guimarães (desculpem as outras. mas eu e esta cidade temos um não sei quê de cumplicidade). Quando me propuseram o passeio e a vista, fui buscar porque na minha ignorância, desconhecia a lenda e a vivência deste Santo, e senti-me tão bem, uma calma, uma sensação de paz, e desconexão com o quotidiano, que foram umas horas que me pareceram semanas.

Antes passamos pelo Campo da Ataca, em que se celebra a homenagem à Batalha de São Mamede, tem lógica  e sentido, a  não ser mesmo na cidade e sim nos arredores. O que me desiludiu, foi o aspecto de quase abandono e a falta de algo mais "chamativo", porque só mesmo quem conhecia me poderia ter levado lá, obrigado I., és a minha guia favorita.

Entre pontes medievais e moinhos de água, passeios,  caminhadas matinais, assim se passou o dia....e aquela pizza ao jantar (restos de almoço) soube a saudade e a um até breve.

12
Jul19

Novelas, eis a questão?

m.

Bem, há muitos anos (sim estou a ir para velhota, mas não estamos todos?), eu via novelas, brasileiras,  à  falta de melhor, era fã assídua, gostava e perdia tempo a ver.

Depois cresci, e começaram as portuguesas, via em família, em união, comentavam-se, mandavam-nos calar, e nós adolescentes suspirávamos pelos "Diogos Infantes" desta vida.

Voltei a crescer,  em maturidade e gostos e os critérios sobre as novelas, começaram a ser diferentes, as próprias começaram a enrolar, e enrolar, e as tantas vias um episódio à segunda, e podias estar duas semanas que quando voltasses a ver à sexta, pouco ou nada se perdia, e deixei completamente, bem completamente, não, às sextas uma vez por mês, reunião de família (e a pequenada adora, então se tiver pistolas, é uma maravilha) e lá tenho que levar com a novela do momento.

Quando mudei para esta cidade, a fronteira plantada, vi que conseguia ver os canais do País vizinho, e cerca do ano passado por aí, vi num canal, uma série (é mais fino, que novela, ou telenovela), que me despertou o interesse, comecei a ver, esta sim não podia deixar de ver todos, os dias, porque de dia para dia perde-se um bocado o fio a meada. Achei que era Israelita, não sei porquê, (se calhar pelo Eurofestival), depois fiz uma pesquisa e vi que era turca, é pá...turca, isto é tão estranho, porque nunca imaginei os turcos (só os do bazar não sei quantos que aparece no filme do James), e surpresa, de onde aquela novela e actores vieram há mais, muito mais, e não têm nada a ver com as nossas, é muito melhor, não enrola, despacham problemas e soluções, não há p*do, como dizia a minha avó, beijos castos, e olhares que dizem mais do que mil palavras e gestos. E me deixam completamente arrebatada, em frente ao televisor, não vá eu perder, palavra do que aquela gente diz, que já me bastam as legendas em castelhano que me vejo "turca" para as acompanhar....Tão boa esta descoberta.