Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

a herança do vazio

a herança do vazio

30
Abr18

Perdão, Amor

m.

As pessoas que mais queremos são as que mais nos desiludem e nos fazem sofrer, a dor da desilusão é sempre maior e mais difícil de suportar, as mágoas vão-se acumulando, quando já não aguentas mais explodes, depois ficamos ambos tristes e magoados.

Mas há coisas boas na vida, o Perdão, além do Amor que sentimos pelo outro, é uma das "armas" mais poderosas, e saber Perdoar além de ser uma virtude é um sentimento bom, um daqueles que nos aquecem o coração e nos anima a continuar a Amar.

30
Abr18

Caminhada pelos Passadiços do Paiva; Arouca

m.

E o dia escolhido para a caminhada foi o dia da Liberdade, o dia 25 de Abril. Tempo ameno, de Primavera? Não, calor de Verão, mas quem caminha por gosto, isso nem foi uma preocupação por ai além. 

Com algumas paragens por imprevistos ( o que é uma excursão sem imprevistos e atrasos, não era  a mesma coisa), sempre explicados pelo grupo organizador (Ideias Essenciais Eventos e Passeios Turísticos Faustino Teixeira são cinco estrelas). Com a primeira paragem em Vila Real, café, pequeno almoço, ou o quiséssemos, porque já levávamos uma hora de autocarro, soube bem começar este pré aquecimento.

Depois e eu sem fazer ideia onde se situavam os Passadiços nem pouco mais ou menos, demoramos mais umas duas horas de autoestrada e estradas nacionais, que pecaram pela triste paisagem enegrecida e triste, ainda no autocarro e como tínhamos de ir nas localidades a passo de parados, dizia adeus às pessoas que em dia feriado aproveitavam para tratar das suas culturas agrícolas (vulgo semear / cavar batatas), foi divertido, porque elas paravam para descansar e algumas acenavam, isto é da herança, desde sempre me lembro do meu pai cumprimentar todas as pessoas por quem passava na aldeia vizinha, mas ele conhecia as pessoas, eu não, mas o meu avô materno fazia o mesmo, e ele tal como a neta não conhecia  as pessoas), depois de muitas curvas, descidas, subidas, e mais disso, parecia que nunca mais chegávamos, mas eis-nos à beira do Rio Paiva, no local de partida/chegadas, para embarcarmos, ou melhor caminharmos, nestes tão famosos passadiços.

A organização, que já tinha feito um breve briefing (ai que me lembrei de quando trabalhei naquela empresa, onde todos os dias tínhamos um briefing, nunca mais tinha ouvido a palavra), e explicado, combinado, e avisado das regras e dos cuidados a ter em respeito pela Natureza e pelos outros Caminhantes (isso devia ser Civismo e senso comum), mas é realmente sempre melhor avisar e relembrar, porque mesmo assim, ainda me insurgi por ver uma pessoa adulta, a dar um rebuçado, ou o que fosse  a uma criança e a deitarem os papéis fora (e eram do nosso autocarro). 

Começamos a caminhada no sentido Espiunca - Areinho  e terminávamos o percurso com cerca de 300 escadas para subir, e umas quantas (500? para descer), com isso em mente, propus-me poupar na água, só mesmo em SOS, e na alimentação, antes de começarmos uma barrita, a hora do pequeno almoço já ia longe.

20180425_114425.jpg

No início começamos um grande grupo, mas como era para caminhar ao nosso ritmo e apreciando as maravilhas da natureza, impossível não parar e ouvir o relaxante som dos rápidos e da água, que ao longo de todo o percurso nos acompanhou, seja no rio (lado esquerdo), ou caindo por entre as pedras e encostas do nosso lado direito. 

20180425_115032.jpg

O verde da paisagem é ia dizer bonito, mas é pouco, é de um deslumbramento que nos deixa como que enfeitiçados, e a queremos (eu pelo menos) explorar essa zona de vegetação tão diferente, e ao mesmo tempo apelativa. E fomos em grupos mais ou menos pequenos consoante as companhias e os passos ao nosso ritmo, parando aqui e ali para apreciar convenientemente a paisagem e descansar um pouquinho, porque o calor era muito.

20180425_130536.jpg 

A meio do percurso e previamente definido paragem para reabastecer, tinha de ser, e soube mesmo bem. Aqui no meio do percurso encontram-se dois ícones dos passadiços a Cascata e a ponte suspensa (medo), no meio da natureza a pureza das 

águas refrescantes e relaxantes, apetecia ficar mais um bocadinho e tomar um duche ou um banho no rio, mas nada que pudesse fazer neste dia, mas quem sabe da próxima vez, com mais calma e tempo.... 

Continuando que isto de passar a ponte suspensa é de meter medo, não o fiz, sei que começava a tremer mas deve ser uma experiência fixe, para os radicais, para mim passo, obrigado, mas gostei de ver a fila interminável para a passar duas vezes. 

Com  a força do calor, começamos a sofrer um bocadinho, e ao longe os passadiços tornaram-se assustadores, mas como tinha de ser, coragem e força, para iniciarmos a subida, mas na curva do rio, vemos a  Cascata das Aguieiras e incrível a Natureza  a água a cair das serras e a força que nos transmite e permite encarar a subida com algum entusiasmo (bom não era hipótese desistir). 

20180425_134845.jpg

 Esta subida interminável, custou-me um bocadinho, mas depois a preocupação e a entreajuda a quem estava pior e lhes foi mais difícil, não parei  a pensar no que tinha pela frente, era sempre mais um lanço, que estamos no bom caminho, entre nós lá fomos lanço a lanço, e com a paisagem deslumbrante chegamos ao topo, vitoriosas de um longo caminho percorrido. 

20180425_140001.jpg

 

Depois da encosta de subida, a descida, e mais uns quantos passos para terminar e encontrar-nos todos no ponto de encontro Areinho pausa merecida e desejada para refrescar, café e água, para repor energias, que ainda nos faltava mais um bocadinho até ao autocarro.

Depois veio o repor das energias, que a organização nos proporcionou, excelente serviço, aquela paparoca sobe que nem um manjar e o local foi inteligente Monte e Capela da Senhora da Mó; Arouca. 

20180425_163143.jpg

Ainda tivemos tempo para uma breve visita a Arouca, que tem uns doces conventuais divinais, e gente super simpática, falo pelo senhor da pastelaria, que nos ofereceu um dos doces típicos e nos explicou cada um deles.

Uma excelente caminhada em boa companhia com uma organização excelente que estavam sempre prontos para esclarecer e ajudar http://www.ideiasessenciais.pt/

 

 

 

 

 

24
Abr18

Passadiços do Paiva; A Aventura

m.

Não sei onde são, tenho uma ideia, claro, certeza não, mas só sei que amanhã vou partir à sua descoberta, fiz questão de pesquisar pouco, apenas umas fotos,  para não perder o efeito surpresa.

O planeamento começou há uns meses (três mais concretamente) e no dia em que festejamos a Liberdade, nós iremos festejar a saúde e a boa forma física, caminhando ao longo de um percurso acidentado,mas em plena comunhão com a natureza e o pólen,  mas que queremos mesmo descobrir.

E ontem descobrimos que não é preciso levarmos almoço, a organização encarrega-se do almoço/lanche depois da caminhada, menos peso, com a lancheira que alguns pensavam em levar, os tolinhos....

19
Abr18

Eu queria o Caldas Sport Clube e o Aves na final, pode ser?

m.

Ontem foi um dia de emoções fortes lá em casa, pelo Clube da terra estar nas semi.- finais da Taça de Portugal, que emoção, não descolamos do ecrã, e sofremos muito, mas futebol é assim mesmo, alguém tem de ficar pelo caminho, e estas "pequenas" equipas bateram-se como gigantes e deveriam estar as duas na final.

 

 

Para mim a taça só teinha esse interesse se fosse Caldas Sport Clube / Aves, e claro ganhava o Caldas.

 

19
Abr18

Sobre La casa de papel

m.

Sim também tenho opinião, porque eu vi a primeira temporada e tal como agora o resto dos outros fiquei entusiasmada,  adorei as personagens e O Professor, é simplesmente uma das maiores e melhores personagens construídas. Todo o elenco é genial e a história é complementada e orientada numa determinada direcção, brilhantemente escrita e representada.

Não vi a segunda temporada, mas sinceramente duvido que tenha conseguido superar a primeira, eu fico-me com a excelente primeira temporada, até porque os autores que já não estão fazem quanto a mim alguma diferença.

17
Abr18

Livro / Filme

m.

Há dias, ou melhor o mês passado li este livro, aqui, e adorei, sabia por ter ouvido falar (adoro as pesquisas do Google) e no próprio livro fazem referência a isso que havia um filme, com o actor Johnny Deep (adorava este actor, agora desde que virou pirata, já não tanto, mas ainda me emociono com o Eduardo), que se chama A Nona Porta, e então quando começo a ver o filme,  é simplesmente uma desilusão, claro que os actores, as referências estão todas lá, mas, não é a mesma coisa, não mesmo, a magia do livro eclipsou-se totalmente no filme.

Acho que começa a ser uma verdade quase universal, que livro que vira filme, perde-se entre cenas.

Mas como todas as regras existem excepções, o "quase" da verdade universal só serve para vermos o filme e não tivermos intenções de ler o(s) livro(s) (como por exemplo nos livros da trilogia Hunger Games, os filmes são muito mais fixes que a palha que a autora nos impinge, e ler YA já não é a minha praia).

 

 

17
Abr18

Peão a estacionar, onde já se viu

m.

Andando tranquilamente para o meu local de trabalho, sim, (porque a chuva de que toda ou quase toda a gente estava farta, esta semana deu tréguas e neste Inverno/Primavera já conto com duas baixas, dois guarda-chuvas que sucumbiram com o vento), adiante, que isto não interessa muito para o post.

Como ia a escrever/dizer, nunca sei muito bem, estava eu a andar por um parque de estacionamento ao ar livre, bastante despidinho de lugares livres (passei por três), e quando passo por um desses lugares, sinto assim uma certa aceleração, e o carro, com uma parvalhona a virar para o lugar onde eu estava a passar, mas ela pensava o quê, que eu ia estacionar o meu traseiro ali, não viu que eu estava apeada e sem viatura e que o lugar ia ser dela sim, ou sim. Lá continuei e parecia bruxedo de segunda feira, volto a passar por um lugar livre, e eis que um mercedes reluzente com um engravatado começa a virar, ai fui má e fiz de propósito, parei a meio do lugar e comecei a mexer na mala. ele parou e esperou que eu seguisse caminho, ai senti-me um bocadinho, mas mesmo só um bocadinho muito pequeno mal....Felizmente que para o terceiro e último lugar não havia candidatos à vista.

 

 

 

15
Abr18

Adler e Eu

m.

Já há uns anos e na euforia de descobrir novos autores, entusiasmei-me com Elizabeth Adler, já viram as capas, são maravilhosas, apelativas, bom trabalho de design, mas na realidade e tendo lido os três primeiros livros editados; Casamento em Veneza; Romance na Toscana e Lua de mel em Paris (mas quem resiste a ler sobre estas cidades? Eu não!); na verdade as histórias e o estilo da escrita deixaram-me tão desiludida que consegui trocar estes livros por outros (obrigado grupos de trocas do face), e assim o prejuízo não foi tão grande, porque desisti completamente desta autora, e das tentações chamadas capas apelativas.

Mas ainda assim tenho uma amiga que me empresta livros  e ela entrega-me um saco cheio com livros dela sem me dizer o quais os títulos, nesse saco vinha  um livro da autora Elizabeth Adler, eu pensei seriamente em pegar nele, assim como assim, vamos lá mais uma oportunidade a esta autora com 15 ou 16 livros editados em Portugal (sim estive a contá-los), e na verdade mais uma desilusão, esta autora e eu temos mesmo qualquer coisa que não consigo criar empatia com as histórias dela, não sei se algum dia nos reconciliaremos, mas para já não, com o livro Desaparecida (obrigado L.; tu não tens culpa), não me consegui fixar na história nem criar empatia com as personagens. 

Após a leitura de quatro livros mais vale partir para outras leituras, que estas está visto para mim não me atraem. 

08
Abr18

Ciclismo, o desporto que me interessa

m.

Quero agradecer ao São Pedro e à RTP 3, por transmitiram a prova de Ciclismo Paris - Roubaix, isto sim é serviço público. E que prova foi, o estado em que chegaram os ciclistas, todos castanhos, só seria pior se estivesse a chover,  houve muitas quedas e problemas graves com alguns ciclistas, mas o espectáculo, um misto de ciclismo e btt, foi fantástico.

E ganhou um dos melhores Peter Sagan . 

Pág. 1/2