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a herança do vazio

a herança do vazio

20
Fev17

A nova colecção Vampiro - A volta dos clássicos policiais

m.

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     E a minha aventura policial, começou exactamente    com esta colecção, eram fáceis de transportar e entre os cadernos e dossiers da escola, cabiam numa mão e na outra o passe, e davam para ler em pé. Por isso foi com muita alegria que vejo a reedição  dos livros. E o facto de comprar um e ter a oportunidade de me oferecerem outro é um bónus extra, assim a minha ainda pequena colecção Vampiro, vai ter livros das duas edições, e eu gosto de estantes alinhadinhas, mas não me causa qualquer conflito, ter uns desta colecção mais pequeninos.


Para ler, reler, guardar,  partilhar e aumentar sempre com um novo livro por mês.


 


 


 


 


 

16
Fev17

David Perlmutter e Kristin Loberg - Cérebro de Fibra

m.

Cérebro de Fibra -  David Perlmutter e Kristin Loberg 4*


 


Cérebro de Fibra


Opinião


Um livro que me fez pensar  na minha alimentação e o meu estilo de vida. Que me deixou em muitos momentos a tomar consciência daquilo que faço errado e o que fazer para o alterar.


Apesar de estar na área da Saúde, inconscientemente há coisas que nos passam despercebidas, como a forma como a nossa alimentação afecta em primeiro os nossos intestinos, e as suas consequências nefastas para o cérebro e toda a degeneração que daí advêm, nomeadamente as doenças neurodegenerativas, muitas destas "teorias" são baseadas em estudos e factos que o autor observou/estudou no seu percurso profissional.


Um livro que também serve para consultar, recomendar e educar. Tomei muitas notas, para consultar mais tarde, ou para me documentar e verificar muitas destas teorias. Mas na realidade fazem sentido e na lógica do corpo humano dão que pensar....

14
Fev17

Ainda as sombras

m.

 

 

Eu li a Trilogia das Cinquenta Sombras de Grey, e embora já não fossem novidade o género literário, a curiosidade levou a melhor, e emprestaram-mos, li-os todinhos em menos de nada, e gostei um bocadinho, mas não  fiquei deslumbrada, agora  três calhamaços para curar as obsessões dele e a timidez/inocência/parvoíce da moça,são quanto a mim um verdadeiro exagero.

 

Quanto à escrita muito básica  e com algumas incongruências pareceu-me mesmo um exagero, tantas confusões e enredos criados para serem depois resolvidos em poucas páginas.  O fenómeno em si então, acho-o um verdadeiro absurdo e sem sentido, quer dizer, já pesquisaram bem as escritoras do mesmo género, é que até a piorzinha escreve melhor que a autora, e nenhuma delas precisa de três livros para os problemas obsessivos dos personagens ficarem resolvidos.

 

Quanto ao filme, porque só vi o primeiro, e não tenciono ver mais nenhum, felizmente pagaram-me o bilhete, senão ainda hoje chorava o dinheiro mal gasto.

13
Fev17

Sem ler, porquê?

m.

Para mim é incrível, a sério andei a passear o livro de um lado para o outro, e nem me dignei a ler uma linha sequer.


Será crise de leitura, ou apenas preguiça, porque o livro pesa muito?


De uma forma ou de outra sei sempre que se me  apetecer ler, terei sempre um livro comigo.


 

13
Fev17

A minha diversidade de leituras

m.

Existem géneros e géneros, para mim, leio absurdamente quase tudo, desde aquela história, que depois se transforma em best, até aquele livro enfadonho e chato onde me arrasto pela leitura, porque sou teimosa, e quero saber como termina, ou aqueles que largo simplesmente e nunca mais lhes pego, mas contam como leitura porque vou sempre lembrar-me de que aquele livro já tentei ler, mas não consegui.




 


Há os que nos fazem sonhar, os que nos emocionam, os que nos arrepiam, os que nos apavoram, os que nos levam a viajar, os inesquecíveis, os que nos fazem querer continuar a leitura, os insuportáveis, os que nem sei o que pensar deles, os dos mundos paralelos, os dos vampiros, os dos fantasmas, bruxos, seres mitológicos, reis, rainhas, príncipes de sonho, princesas, donas de casa, donas do seu nariz, personagens amorosas, os personagens odiosos, que nos fazem torcer as páginas de tanto ódio que sentimos por elas, crianças fofinhas, podia ficar aqui o blogue todo a descrever as milhentas personagens, situações, sentimentos e por ai fora. Mas em  todos eles acrescentamos algo, sejam conhecimento, seja ficcionismo, seja um local, uma paisagem e levam um pouco de nós leitores, a nossa dedicação a este passatempo, que acaba por nos ser sempre proveitoso.


Um romance faz-me suspirar, e acreditar que por vezes as coisas correm mesmo bem.


Um fantástico leva-me a imaginar mundos que de outra forma nem os saberia construir.


 




Se tenho um género definido e preferido, tenho, o policial   é definitivamente o meu género,  


Um bom policial leva-me a estar isolada de tudo umas boas horas, ou outras vezes embrelhar-me tanto na narrativa, que vivo e sofro com as situações. Mas gosto sobretudo de variar entre leituras, e enriquecer com cada leitura.


 


13
Fev17

Eu e os livros

m.

Como "enta " que sou a minha infância foi passada a ler, histórias de princesas, príncipes, aventuras, livros de bd, , e outros de capa dura, capa mole, recortados, os pequeninos, os grandes que não davam jeito nenhum, mas que foram todos lidos e relidos, com muito prazer.




Depois vêm a adolescência e com ela outros livros,  folhetos telenovelísticos de revistas mais antigas que eu, mas que estavam religiosamente á minha espera, teleculinárias com o chefe Silva na capa, e a descoberta dos romances de "cordel" como eu lhe chamo, Júlia, Sabrina, Bianca....esses muitos deles oferecidos, outros comprados com a mesada, muitos lidos apenas uma vez, e trocados, outros  guardados e relidos muitas vezes, porque a crise atinge todas as idades. Descobri Mr. Poirot, e Miss Marple, graças também á tv, mas ler é tão diferente de ver, que quando podia esgueirava-me para a biblioteca e trazia-os comigo.




Quando fui para a faculdade descobri, os livros com temas profundos, que nos fazem pensar e confesso muitos deles eram mesmo secantes, nessa altura, andava com os meus romances de cordel atrás, e entre maçudos lia um daqueles pelo meio. Sempre gostei de policiais e numa feira do livro descobri Stephen King, Agatha Christie, Rex Stoux, entre tantos outros. E li pela primeira vez livros verdadeiramente assustadores, falo da Zona Morta e da Incendiária, do Stephen King, que me abriram horizontes, e desde ai o policial/thriller passou a ser o meu género favorito. As minhas lojas favoritas passaram a ser os alfarrabistas, e a feira do livro




Felizmente na altura em que começas a trabalhar, consegues poupar bons tostões, que te permitem comprar não apenas nos alfarrabistas, mas também nas verdadeiras livrarias, e ai além da desgraça da carteira, descobres um admirável mundo novo, e já nada vai ser igual.




Graças ao trabalho e a ter colegas como eu "maluquinhos dos livros", descobri muitos autores novos, alguns dos quais se tornaram os meus favoritos. Muitos empréstimos, muitas aquisições, e muita conversa á volta dos livros.




Uma das histórias da minha vida foi ter percorrido a capital, de lés a lés, á procura de três livros do Jean Larteguy, que eram raridades, e felizmente encontrei-os num quiosque no Cais do Sodré, onde parava muitas vezes, e em conversa com o senhor paraquedista, ele arranjou-mos, por um preço simbólico, visto estes serem para outro paraquedista. Claro que o meu interesse foi despertado, e tive de os ler, apesar de serem livros de guerra, falarem da mesma, foram leituras muito agradáveis e passei bons momentos com estes  livros.




Depois com um poder económico maior, ou a pensar isso, conheci clubes de leitura, pessoas deveras interessantes, blogs, sites de livros, e as compras online, facilitam a aquisição á distância de um clique, e por vezes nesse clique embarcamos em aventuras, que depois resultam numa quase biblioteca, e na aquisição de mais livros do que aqueles que realmente se leem. Na livraria da zona, já me fazem um desconto generoso, e a simpatia vale sempre muitos marcadores. Noutra loja perguntam-me o que vai ser hoje, e ás vezes já me atrevo a dar uma ou outra sugestão de leitura e de organização da loja.


 


 



 


 




 


13
Fev17

Leituras 2016

m.

 O melhor do ano.





 Peregrino; Terry Hayes


 


Espetacular, um enredo intrincado, com muitas pontas, um agente ultrassecreto, um terrorista, um assassinato, uns personagens misteriosos, que ao longo do livro vamos conhecendo e com eles atravessamos países, culturas, ideologias, para no fim nos reunirmos todos numa zona e desvendarmos uma grande conspiração. e segundo uma personagem "não sabemos da missa a metade", porque no fim fica um gosto, a quero mais.     4.75* (5)
 que nos leva por vários países do Mundo, com um personagem marcante e irreal para a maioria de nós comuns cidadãos, um agente ultra secreto investiga um "fantasma", e acontecimentos aparentemente sem ligação, são como um novelo, quando começamos a desenrolar só paramos no fim. Pressinto que tenha continuação, pelos acontecimentos finais, e espero que o segundo seja tão ou melhor que este.   


 


  A desilusão do ano





Visto da Lua; Alice Sebold



 







Livros em série:




As série que me fizeram querer todos os livros de seguida foi sem dúvida a série Harry Hole, do autor Jo Nesbo. Uma série que quando terminamos mais um livro, fica a vontade de ler o próximo, ou voltar a ler, o livro, ou passagens do mesmo.


 


Curiosidades;


O primeiro livro lido neste ano: A menina na falésia; Lucinda Riley


Uma estreia com uma autora com críticas muito favoráveis.


O último livro lido do ano: Jo Nesbo; O Redentor


 Cada vez melhor, pode que esteja ligeiramente enfeitiçada pelo Harry. Uma história incrível, uma investigação que se rege pela lógica e um assassino, que só quer cumprir a função para a qual foi contratado.



2016 Reading Challenge









 



 


"You have read 78 of 70 books in 2016."






O objetivo de ler 70 livros, foi cumprido, e se não fossem algumas alterações, teria ampliado em mais de 8 livros, os extra do "Goodreaders Challenge".


 


 


13
Fev17

Goodreaders que ferramenta útil

m.

 



Já me tinha inscrito há uns anitos atrás, depois de ter visto as maravilhas que se diziam, e é certo, é uma estante, controlada e fabricada por nós, tal como as nossas estantes cá de casa, colocam-se os livros, não por ordem pré definida, mas sim pela ordem que a leitora achar mais fácil e mais atrativo para si.



 



No Goodreads é igual, criamos estantes com livros lidos, livros que temos para ler, livros que desejamos,  os que estamos actualmente a ler e podemos criar as nossas próprias estantes ou shelf.



 


O ano passado voltei lá, e comecei a pesquisar, a adicionar  e bom estou rendida, sei que para a maioria dos leitores não é novidade, mas não podia recomeçar esta página sem a devida homenagem, a quem me consegue planificar e esquematizar os meus livros.



 


E tal como em todas as redes sociais existem grupos, maratonas de leitura, perguntas aos autores, e atualizações de todos os livros, publicados e a publicar. Um mundo ainda e todos os dias, a ser explorado e que nunca me deixa de surpreender.



 

 


Divirtam-se.