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a herança do vazio

a herança do vazio

11
Mai17

Bragança

m.

 Levantei-me, arranjei-me, fui ao café tomar o pequeno almoço, e saio da cidade no meio de um nevoeiro cerrado, qual D. Sebastião. Subo ao miradouro, e atravesso o contínuo (não vinham carros e aqui sol espetacular), e tiro umas fotos fantásticas, modéstia á parte, desta cidade nublada, completamente envolvida e escondida pelo nevoeiro matinal. Nesta parte da viagem temos muito sol, muitas paisagens Outonais dignas de umas fotos, mas estou tão atrasada. que apenas retenho a paisagem, sempre com atenção ás indicações, não vá perder alguma saída e ainda ir parar a Espanha, ou ao Porto.

Cerca das onze e pico, e depois de 100 km feitos, um engano na saída (se não ocorresse não tinha piada) a culpa foi da carrinha á minha frente, e quem no seu perfeito juízo coloca umas setas em miniatura na saída/entrada???.  Pois senhores camarários, indicações melhores e maiores, ou começo a andar de lupa.
è tão bom encontrar pessoas conhecidas num local longe de casa....e juntas passamos a tarde.
O almoço, uma boa e suculenta feijoada á transmontana, com tudo a que temos direito. Como era muito cedo, resolvemos meter-nos no carro e dar uma volta pela cidade, conclusão, fiquei completamente abismada e fascinada com esta cidade, do pouco que vi, apenas a Sé velha e a Sé Nova, o casario, e o castelo, que merece uma visita prolongada e as vistas que delicia, a repetir, não no Inverno, mas merece a pena.
Como depois destas vistas estávamos atrasadas, ainda entramos na Igreja de Stª Maria.
 
Resumido um dia de aprendizagem com novos caminhos, novas aprendizagens nova cidade descoberta.

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